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De uma zona desaproveitada mas com imenso potencial, nasceu um dos bairros mais atrativos para viver, investir ou simplesmente para jantar com amigos. Se procura casa para comprar ou investir em Lisboa, com certeza já se cruzou com o Bairro Príncipe Real. Pode não ser a escolha mais óbvia na altura de decidir onde reservar mesa, mas talvez não se vá arrepender – até porque há boas esplanadas por aqui. O Green Affair, já com quatro casas, é 100% vegetal.
A carta é grande o suficiente para agradar a puristas amantes do tradicional e fãs do sushi de fusão. Cru é o peixe que é servido, mas também o ambiente do espaço, de paredes despidas, em betão, mas ainda assim cheio de onda. Nos seus quase dois séculos de existência, aquela que se diz “a mais antiga cervejaria portuguesa” passou por muitas mudanças. Há pratos mexicanos clássicos, outros nem tanto.
Há 11 opções de massa fresca, oito de pizza, saladas e as sobremesas mais conhecidas de Jamie. Afinal, é bom aproveitar os dias lá para se deliciar na gastronomia local e o Faz Frio é a melhor opção do Príncipe Real para isso. Sua viagem à Portugal vai sair mais barata do que imaginava e você poderá gastar mais para aproveitar ainda mais sua viagem. Ao explorar suas ruas, cada visita revela novos sabores e atmosféras acolhedoras, tornando o Príncipe Real um destino imperdível para quem busca delícias gastronômicas em Lisboa. Restaurantes no Príncipe Real oferecem uma experiência gastronômica única, combinando a tradição culinária portuguesa com influências contemporâneas. Os chefs inovadores buscam inspiração em diferentes culturas, criando combinações surpreendentes que encantam até os paladares mais exigentes.
Saiba onde comer sushi em Lisboa, com dicas dos melhores restaurantes de comida japonesa em Lisboa e pelos mais diversos bairros da cidade. Esqueça o Marco Bellini e embarque numa viagem pela verdadeira cozinha nos melhores restaurantes italianos em Lisboa. Entre os espaços que ainda cheiram a novo há restaurantes de alta-cozinha, comida democrática e street food, refeições para qualquer hora do dia, do pequeno-almoço ao jantar, pratos daqui e do mundo. Eu estou em crer que levava, mas isso em nada desprestigia esta sobremesa sublime, com cobertura de pistáchio e amêndoa – uma das melhores coisas que se pode comer na casa. Da rua, parece um snack bar, uma dezena de lugares apertados à entrada, nas traseiras outra sala, igualmente pequena, mas com mesas partilhadas e sempre a rodar e com vários cartazes antigos alusivos a comidas e bebidas. Se passávamos o dia todo a comer e a beber nos melhores restaurantes do Chiado?
Há meia dúzia de sandes, bem diferentes entre si, e que poderão mudar, conforme a criatividade da cozinha e a sazonalidade dos ingredientes. A cozinha é internacional com mão francesa e o menu vai tendo novidades conforme a estação. Começou a dar nas vistas com uma cozinha mais descontraída, mas nos últimos tempos, e já depois de ter conquistado em França em 2022 o programa Top Chef, Louise Bourrat está cada vez mais focada no fine dining. Em dias e noites mais amenas, reserve mesa na esplanada/jardim exterior, com vista para o Jardim Botânico. A novidade é a esplanada que o restaurante ganhou com a pandemia, perfeita nem que mais não seja para beber um pisco sour. Não há dia em que o Pica-Pau não esteja concorrido, provando que a aposta em bons pratos de conforto, seguindo os mandamentos de Maria de Lourdes Modesto, estava certa.
E é por isso que deve uma visita aos melhores bares históricos em Lisboa. Luzes a meio gás, madeiras e veludos a forrar o espaço, sala de jogos, cocktails trabalhados e cartas com selecções vastas, que vão dos chás aos pratos. É um dos primeiros oyster bars da cidade, com ostras frescas a acompanhar na perfeição os cocktails da carta. Uma das melhores coisas do Coyo Taco é ficar na rua a beber margaritas e a ver as pessoas passar. “Simples, rústico e preparado com os melhores ingredientes” — esta é a promessa do restaurante. Localizado mesmo no coração do Príncipe Real, oferece fantásticos pratos italianos, marcados pela frescura e autenticidade da cozinha de Jamie Oliver.
Mas não se espere da cozinha um receituário tradicional. É bonito e vistoso, tem um terraço interior inesperado, e dá destaque ao peixe e aos pratos de mar. O Rosamar, no lugar d’O Asiático do chef Kiko, no Bairro Alto, segue o mesmo caminho. Margaux Marcy e Pierre d’Andrimont deram-nos, nos últimos anos, alguns dos projectos gastronómicos mais vibrantes na cidade. Os bolinhos de massa recheados contam com a expertise de Leonor Godinho, chef do Dr Bernard BoaVida, que preparou cinco diferentes, identificados por cores.
As iscas de porco são uma das especialidades, mas os pratos do dia vão variando – e não costumam falhar. É uma casa minhota, modesta como há muitas a fazer história e tradição em Lisboa. Há bifanas, entremeada de novilho com óptimas batatas fritas, cozido ao sábado e, ex-líbris da casa, bacalhau à lagareiro à sexta-feira. É aqui que se senta uma clientela fiel e feliz, a quem a empregada Laura – simpática e competente – e o patrão Manel – cáustico e competente – tratam pelo nome e servem boa comida. Quando em 2019 se soube que o Maravilhas ia mudar de casa, para umas portas ao lado, para poder crescer, temeu-se o pior.
Estes são uma especialidade da casa, mas se preferir também há cerveja artesanal, a menina dos olhos da noite de Lisboa. Tem um daqueles nomes que não permite mesmo espaço para enganos, o que é óptimo sobretudo a partir de certa hora, caso tenha excedido o número ajuízado de cocktails. Não faz parte da nova vaga de esplanadas moderninhas e nem precisa de estar nos roteiros da cidade para estar sempre cheio. O Pavilhão Chinês foi inaugurado a 18 de Fevereiro de 1986 por Luís Pinto Coelho (Procópio, A Paródia e Fox Trot) e continua a ser um ponto obrigatório para muitos visitantes da cidade. Define-se como um pequeno oásis secreto em Lisboa — os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora.
É super barato e você vai poder usar seu celular o dia inteiro e em qualquer lugar. O RUA é aquele restaurante descontraído, no estilo street food, com murais do artista urbano Samina, néons, luzes baixas e pormenores em ferro na decoração. Famoso por seus brunchs, o local serve pratos internacionais. Ideal para aqueles que gostam de comidas menos processadas e naturais, o Clube Lisboeta, apesar de parecer uma discoteca quando visto de fora, tem um interior bastante iluminado e sofisticado.
O menu é feito de clássicos e uma carta de vinhos maioritariamente biológica, com propostas portuguesas e italianas. Para acompanhar, os smothies são pensados da mesma forma que a comida, com a mesma atenção e cuidado, bem como as bebidas à volta do café. A ideia foi fugir aos processados, construindo um menu que não obrigasse a cozinhar, até por limitações do espaço que não tem uma cozinha tradicional. O café de especialidade é uma aposta, mas também a comida simples e saudável, cheia de cor e sem grandes invenções.
Não se esqueça é de reservar mesa porque a zona tem andado muito concorrida. Esteja atento, a primeira newsletter estará na sua caixa de correio em cafe principe real breve!